terça-feira, 22 de março de 2016

Descomplicando o Primeiro Encontro

E nesse mês comemoramos o dia internacional da Mulher, eu que sou apaixonado por elas, sempre me rendo, elas merecem todas as nossas homenagens. 
Para não passar em branco deixo aqui um pensamento: “A mulher foi feita dos pés, nem da cabeça, mas da costela do homem, por que é do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e ao lado do coração, para ser amada”
Inspirado nesse clima de ternura que me ocorreu “O Primeiro Encontro”! Sabe aquele dia em que você convida, ou é convidado para sair com alguém pela primeira vez?
Muita gente já passou por isso, ou vai passar, dá aquele frisson; capricha nas roupas, no perfume, imagina como será, essas coisas... e o convite para jantar.
O ideal é procurar saber as preferências, tipo de comida, local e:
- Você gosta de vinho?

Quando a resposta é ampla e algo se encaixa no seu gosto, tudo fica mais fácil, mas se a resposta é curta do tipo gosto de vinho suave e você só bebe seco, o que fazer?
Não se desespere, há belas saídas!

O importante, a saber, é que pessoas que gostam de vinhos “docinhos” são pessoas que não gostam dos vinhos secos e encorpados, essa é a chave para agradar aos dois e ainda preparar o terreno para avançar no paladar do docinho e mostrar caminhos para os belos vinhos secos.
Lembre-se que esse primeiro encontro não deve ser um festival de apreensão, pelo contrário, quanto mais relaxados estiverem melhor será o encontro. Sejamos naturais, pois o que importa é o encontro!
Nessa situação o melhor é optar pelas gastronomias que permitam os vinhos mais leves e os espumantes, como as japonesas e as de frutos do mar. Nesses casos os espumantes demi-sec, ou extra dry (caso dos italianos), vinhos verdes e brancos aromáticos (Torrontés e Gewurztraminer) são excelentes pedidas e além de tudo casarão muito bem com a comida.
Se, no entanto, os dois decidam por algo mais pesado, como carnes, há algo não muito usual, mas o lambrusco tinto amabile pode ser uma pedida, ou um risco, os Primitivos de Puglia, são encorpados, mas emprestam uma bela doçura de final de boca, pode agradar em cheio.


Minha dica é um vinho verde (quase frisante) chamado QPA, importado pela Vitória Foods, na faixa dos R$ 50-60, feito a partir das castas portuguesas Loureiro 85%, 7,5% Trajadura e 7,5% Arinto. Bem interessante, com cerca de 10% de álcool, uma ligeira presença de gás carbônico, apresenta cor de tons esverdeados, aromático, no paladar é macio, levemente doce e jovial, para agradar mesmo. 
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